Cooperativas gaúchas já estão prontas para a campanha do Dia de Cooperar 2017, realizando ações e inscrevendo seus projetos. Porém, os funcionários da casa não podiam ficar de fora e também foram agraciados com um lançamento exclusivo para eles. No encontro, os participantes puderam relembrar alguns cases de sucesso do ano passado, ter acesso aos números e também traçaram novas metas para o trabalho voluntário que vão realizar em parceria com as cooperativas ao longo deste ano.

O presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius relembrou que na celebração do ano passado, os beneficiados saíram com sorrisos estampados nos rostos e que as cooperativas são multiplicadoras de felicidade e esperança. ‘‘O bem é algo contagia e a celebração do ano passado foi o combustível para querermos ainda mais. Nós tivemos mais de seis mil voluntários em 2016 e 190 cooperativas. O desafio para aumentarmos esse número está lançado e contamos com quem é da casa para incentivar os outros cooperados a continuar’’. O presidente ainda ressaltou que há muito o que mudar. ‘‘Somos grandes motivadores do Dia C. Esse é o momento de darmos as mãos e trabalharmos juntos. O programa já é irreversível na história do cooperativismo’’, completou.

E como o objetivo de 2017 é tornar as ações em projetos que tenham perenidade, o pesquisador Benedito Nunes, mostrou como as atitudes simples são capazes de transformar vidas. Para ele, o trabalho voluntário abre a cabeça das pessoas para o mundo. ‘‘Neste trabalho, o participante conhece pessoas e vive realidades distintas. Isso é expandir os horizontes e conquistar uma nova visão de mundo. É como um intercâmbio, porém, gratuito, ótimo para desenvolver novas atividades e conhecer talentos que até certo tempo estão escondidos’’, relembra.

Ainda segundo o consultor, trabalhar apoiando o outro é também levado muito à sério quando o assunto é apresentação de um currículo. ‘‘Ser voluntário faz com que o currículo social e também profissional ganhe visibilidade. Isso significa que quem amplia o círculo de correntes que fazem o bem, estimula práticas saudáveis de cooperação e atrai coisas boas, como a socialização’’.

Ainda para o consultor, todos devem estar unidos e resolver os problemas da comunidade e não apenas amenizar algumas situações. ‘‘Devemos transformar ações pontuais em verdadeiros projetos estruturados em prol da comunidade para então, gerar benefícios constantes’’, finaliza.

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